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Poesia Portugués 3 capítulos

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de Anónimo

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"Parnaso Portuguez Moderno: Precedido de um Estudo da Poesia Moderna" by Teófilo Braga is a critical anthology written in the late 19th century. This work showcases a selection of contemporary Portuguese poetry, while also providing an analysis of its modern evolution and connections to social needs. The text appears to serve both as a celebration and a critique of the poetic landscape of Portugal, highlighting the contributions of various poets over the past centuries. The opening of the anthology introduces the premise that poetry represents the essence of societal aspirations, working beyond mere artistic expression. Braga discusses the historical context of Portuguese literature, emphasizing the disconnect between poets and the populace, and reflecting on how poetry has often served as a voice of protest against political and social oppression. By analyzing the influences of Romanticism and the complexities of the poetic forms, the text sets the stage for a deeper exploration of i

Así empieza

São bellas, bem o sei, essas estrellas,
Mil côres divinaes tem essas flôres;
Mas eu não tenho, amor, olhos para ellas;
Em toda a natureza
Não vejo outra belleza
Se não a ti, a ti!

Divina, ai! sim, será a voz que afina
Saudosa, na ramagem densa, umbrosa,
Será; mas eu do rouxinol que trina
Não oiço a melodia,
Nem sinto outra harmonia
Se não a ti, a ti.

Respira, n'aura que entre as flôres gira,
Celeste incenso de perfume agreste.
Sei... não sinto: minha alma não aspira
Não percebe, não toma
Se não o doce aroma
Que vem de ti, de ti.

Formosos são os pômos saborosos,
É um mimo de nectar o racimo;
E eu tenho fome e sêde... sequiosos,
Famintos meus desejos
Estão... mas é de beijos,
É só de ti, de ti.

Macia, deve a relva luzidia
Do leito ser, por certo, em que me deito;
Mas quem, ao pé de ti, quem poderia
Sentir outras caricias,
Tocar n'outras delicias
Se não em ti, em ti!

A ti! ai, a ti n'os meus sentidos
Todos n'um confundidos,
Sentem, ouvem, respiram;
Em ti, por ti deliram.
Em ti, a minha sorte,
A minha vida em ti;
E quando venha a morte,
Será morrer por ti.

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