"Os jardins ou a arte de aformosear as paisagens: Poema" by Jacques Delille is a didactic poem written in the early 19th century. The work reflects on the art of gardening and the beauty of landscapes, emphasizing the relationship between nature and human creativity. Through a lyrical exploration of gardens, it discusses the philosophical and aesthetic principles that should guide landscape design. The beginning of the poem introduces the author’s purpose to harmonize the joy of nature with artistic expression. Delille acknowledges the realm of garden art and the writers who influenced him, expressing his anxiety about presenting his work amidst seasoned voices. He aims to capture the beauty of gardens while incorporating the emotional responses they evoke. The prologue sets a tone of respect for nature, suggesting that a true artist should imitate rather than overly manipulate the natural world. The opening themes suggest a deep appreciation for the balance between nature’s wild beau
Así empieza
Varias pessoas de grande merecimento escrevêrão em prosa á cerca dos
Jardins. O Author deste Poema colheo dellas alguns preceitos, e até
descripções. Em bastantes passagens teve a dita de encontrar-se com
tão bons Escritores, porque este Poema foi começado antes que elles
publicassem as suas obras. Confessa que dá ao prelo com extrema
desconfiança huma composição muito esperada, e engrandecida de mais: a
indulgencia excessiva, dos que a ouvìrão, lhe agoira a severidade, dos
que a lerem.
Este Poema, além disso, tem hum grave inconveniente, o de ser
didáctico. Tal genero he necessariamente hum pouco frio, e mais o
deve parecer á huma Nação, que lhe custa muito (como se tem observado
repetidas vezes) a tolerar versos, em não sendo os compostos para o
Theatro, os que pintão as paixões, ou as baldas dos Homens. Poucas
Pessoas, digo mais, até poucos Litteratos lem as Geórgicas de Virgilio,
e quasi todos, os que aprendêrão Latim, sabem de cór o quarto Canto da
Eneida.
No primeiro destes dois Poemas, dá o Poeta a entender que sente
não lhe permittirem os limites do seu assumpto cantar os Jardins.
Depois de haver lutado longamente com as miudas, e hum tanto ingratas
particularidades da cultura geral dos Campos, a modo que deseja
repousar sobre mais risonhos objectos. Mas estreitado no de que trata,
vinga-se desta sujeição com hum bello, e rápido esboço dos Jardins, e
com o pathetico episódio de hum Velho feliz no seu pequeno campo, que
elle mesmo cultiva, e enfeita.
O que o Poeta Romano sentia não poder executar, executou o P. Rapin.
Escreveo na lingua, e ás vezes no estilo de Virgilio, hum Poema em
quatro Cantos sobre os Jardins, que foi mui applaudido, n’um tempo em
que ainda se lião versos Latinos modernos. A sua obra não he despida
de elegancia; mas quizera-se que abundas
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